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Discussões Dupuytren

Questão Dupuytren 001

Discussão:
Doença 10 vezes mais comum em homens. 40-60 anos, célticos/escandinavos. Raro em negros e asiáticos. 5% Ledderhose, 3% Peyronie. Mais frequente e grave em DM e epilepsia; dados conflitantes sobre alcoolismo. Associado a trabalho, trauma hereditariedade, insuficiência vascular, tabagismo.
Bilateral em 45%, raramente simétrico.
Progride de ulnar para radial, na prega palmar distal.
Cordão espiral se forma quando 4 estruturas são atingidas: banda pré tendíneas, banda espiral, ramo digital lateral e ligamento e grayson.
Fases de Luck: proliferativo, involutivo, residual.
Classificação de Tubiana:
0: nódulos, cordas
1: <45 graus
2: 45-90
3: 90-135
4: >135
Cirurgia indicada se: MCF > 30, IFP > 45.
Fasciectomia parcial (mais realizada); fasciectomia total (alta morbidade); percutânea – alta recorrência.

Questão Dupuytren 002

Discussão:
Classificação de Tubiana:
0: cordas e nódulos
1: <45 graus
2: 45-90
3: 90-135
4: >135

Questão Dupuytren 003

Discussão:
Indica-se a cirurgia na fase residual da doença. Entretanto, alguns cirurgiões de mão do nosso instituto sugerem que ela possa ser realizada em qualquer das fases finais.

Questão Dupuytren 004

Discussão:
Todos são fatores de mau prognóstico, exceto o sexo feminino. Vale lembrar que a doença é 10 vezes mais comum em homens.

Questão Dupuytren 005

Discussão:
10 vezes mais comum em homens, bilateral em 45%, geralmente assimétrico, mais comum em celtas e escandinavos e raro em negros e asiáticos.

Questão Dupuytren 006

Discussão:
Fatores prognósticos: hereditariedade (história familiar = mau prognóstico); gênero (mulheres apresentam doença mais tardia e com evolução mais lenta, mas com pior resposta à cirurgia); epilepsia (apesar de artigos associando a doença a Dupuytren, uma revisão recente concluiu que nem epilepsia, nem medicações antiepilépticas se associam à doença); DM fator de risco, pior ainda se estiver usando insulinas; alcoolismo e cigarros (lesões mais graves, com progressão mais rápida, recorrem mais frequentemente; dose-dependente); localização e extensão da doença (bilateral, nódulos nos nós dos dedos e fáscia plantar – progressão mais rápida e recorrência mais frequente. A progressão é mais rápido do lado ulnar da mão); comportamento da doença no passado.
Não é citado no livro, mas, teoricamente, doenças que começam mais cedo são mais agressivas.

Questão Dupuytren 007

Discussão:
O ligamento de Cleland não é acometido no Dupuytren e não faz parte do cordão espiral. Ele vai do periósteo à pele e estabiliza a excursão de partes moles durante flexoextensão.

Questão Dupuytren 008

Discussão:
O ligamento de Grayson é palmar ao feixe vasculonervoso e o estabiliza, estando envolvido na doença de Dupuytren. O ligamento de Cleland, por outro lado, não está envolvido.
Quando acomete a fáscia plantar, é a doença de Ledderhose; no pênis é conhecida como peyronie.
Quanto mais precoces os sintomas, pior o curso da doença.
A causa da fibroproliferação é desconhecida. É 10 vezes mais comum em homens, associada a alcoolismo e convulsão assimétrica, acometendo principalmente a face ulnar da mão.

Questão Dupuytren 009

Discussão:
Ligamento transverso não está incluído. Com isso, sobra apenas a alternativa A.
De qualquer forma, fazem parte do cordão espiral: Bainha pré tendinosa, Bainha digital lateral, Ligamento de Grayson, banda espiral.

Questão Dupuytren 010

Discussão:
A com menor recorrência é a fasciectomia com enxerto de pele, tanto que é a mais usada para pacientes jovens.

Questão Dupuytren 011

Discussão:
Acometimento assimétrico, principalmente ulnar. Raro em orientais. Acomete 10 vezes mais homens, dos 40 aos 60 anos. Não tem relação com corticoterapia.

Questão Dupuytren 012

Discussão:
Prognóstico da doença relacionado aos fatores:
Hereditariedade
Sexo: apresentação mais tardia e progressão mais lenta em mulheres
Epilepsia: afirmações antigas de que há relações; estudos mais recentes dizem que não.
DM: fator de risco, sendo que os dependentes de insulina são mais propensos a apresentar Dupuytren do que os usuários de hipoglicemiantes orais.
Alcoolismo e tabagismo: lesões são mais graves, progridem mais rápido e recorrem mais frequentemente.
Localização e extensão da doença: se bilateral, associada a pads nos nós dos dedos e nódulos na fascia plantar, a progressão é mais rápida e a recorrência é mais frequente.
Comportamento da lesão: no passado, é indicativo do futuro.

Traumatologia e Ortopedia

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