Classificação de Evans

Em 1949, Evans desenvolveu um sistema de classificação baseado na direção geral da linha de fratura transtrocanteriana e na capacidade de reduzir a fratura sob manipulação fechada. Baseou sua avaliação da estabilidade na probabilidade de redução da fratura e na probabilidade de desvio dessa durante a consolidação.

A Classificação de Evans foi modificada por Jesen e Michaelsen em 1975. Sua versão descreve a estabilidade decrescente à medida que aumenta o número de fraturas associadas de trocânter menor e maior.

  • Tipo IA: Fratura sem desvio, 2 fragmentos
  • Tipo IB: Fratura com desvio e 2 fragmentos
  • Tipo IIA: Fratura em 3 fragmentos sem apoio postero-lateral devido ao deslocamento do trocanter maior
  • Tipo IIB: Fratura em 3 fragmentos sem batente medial, devido a deslocamento do trocanter menor
  • Tipo III: Obliquidade reversa
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