Espondilolistese traumática do axis ou Fratura do enforcado

Espondilolistese traumática do axis ou Fratura do enforcado

A fratura dos elementos posteriores (lâmina, facetas, pedículos ou “pars”) do Axis geralmente relacionada com mecanismo de hiperextensão provocadas por acidentes automobilísticos, mergulho e quedas e têm sido chamadas de “fratura do enforcado” desde 1965 quando Schneider descreveu este tipo de lesão nos enforcamentos judiciais. Embora o mecanismo de lesão relacionado aos enforcamentos seja distração […]

Fratura de Rolando

Fratura de Rolando

A fratura Rolando é uma fratura intra-articular através da base do primeiro metacarpo (o primeiro osso formando o polegar). Foi descrita pela primeira vez em 1910 por Silvio Rolando. Esta é uma fratura que consiste em 3 fragmentos distintos; é tipicamente de tipo T ou em forma de Y. Tratamento Existem vários métodos de tratamento […]

Classificação de Gustillo e Anderson

Classificação de Gustillo e Anderson

Classificação de fraturas expostas           Tipo I: Ferimento cutâneo menor que 1 cm                       Limpa (contaminação mínima)                       Sem cominuição na fratura                       Mínima lesão de partes moles           Tipo II: Ferimento cutâneo maior que 1  cm                         A lesão de partes moles não é extensa                         Esmagamento mínimo a moderado                         Contaminação moderada                         […]

Classificação de Bado

Classificação de Bado

Classificação das fraturas de Monteggia Tipo I (60% dos casos) – Luxação anterior da cabeça do rádio com fratura da diáfise da ulna em qualquer nível com angulação anterior. Tipo II (15% dos casos) – Luxação posterior ou pósterolateral da cabeça do rádio com fratura da diáfise da ulna com angulação posterior. Tipo III (20% […]

Classificação de Evans

Classificação de Evans

Em 1949, Evans desenvolveu um sistema de classificação baseado na direção geral da linha de fratura transtrocanteriana e na capacidade de reduzir a fratura sob manipulação fechada. Baseou sua avaliação da estabilidade na probabilidade de redução da fratura e na probabilidade de desvio dessa durante a consolidação. A Classificação de Evans foi modificada por Jesen […]

Classificação de Garden

Classificação de Garden

A classificação mais usada atualmente para a fratura do colo do fêmur Garden I – fratura incompleta ou impactada, onde as trabéculas do colo inferior ainda estão intactas. Geralmente apresenta abdução devido à impactação abduzida. Garden II – fratura completa sem desvio. Garden III – fratura completa com desvio parcial, ocorrendo freqüentemente encurtamento; rotação externa […]

Classificação de Frykman

Classificação de Frykman

Classificação de Frykman das fraturas de rádio distal Tipo I : Fratura extra-articular Tipo II : Extra-articular + Processo estilóide da ulna Tipo III : Envolvendo a articulação radiocarpal Tipo IV : Envolvendo a articulação radiocarpal + Processo estilóide da ulna Tipo V : Envolvendo a articulação rádio-ulnar distal Tipo VI: Envolvendo a articulação rádio-ulnar distal […]

Classificação de Tile

Classificação de Tile

Classificação de fraturas da bacia Tipo A: Estáveis, minimamente desviadasTipo B: Rotacionalmente instáveis, verticalmente estáveisTipo C: Rotacionalmente e verticalmente instáveis (Cisalhamento vertical) A1 – Fraturas por avulsão da asa do ilíaco ou da tuberosidade, não envolvem o anel.A2 – Fraturas da asa do ilíaco ou do arco anterior, por golpe direto, estáveis.A3 – Fratura sacrococcígea transversal. B1 – Fratura em livro aberto […]

Escore da gravidade de mutilação da extremidade (MESS)

Escore da gravidade de mutilação da extremidade (MESS)

A. Lesão Musculoesquelética  Baixa energia 1  Média energia 2  Alta energia 3  Altíssima energia 4  B. Isquemia dos membros  Pulso reduzido ou ausente, perfusão normal 1  Ausência de pulso, perfusão reduzida 2  Membro frio, paralisado, insensível 3  C. Choque  PAS sempre > 90 mmHg 0  Hipotensão transitória 1  Hipotensão persistente 2 D. Idade < 30 […]

Classificação OTA – Fratura do rádio distal

Classificação OTA – Fratura do rádio distal

A – Extra-articularA1 – Fratura da ulna, rádio intactoA2 – Simples do rádio (Colles quando o desvio é dorsal e Smith quando o desvio é volar)A3 – Cominutiva do rádio B – Articular parcialB1 – Traço sagitalB2 – Fragmento dorsal (Barton)B3 – Fragmento volar (Barton reverso) C – Articular completaC1 – Articular e metafisária simplesC2 – metafisária multifragmentadaC3 – Articular multifragmentada