Tenossinovite estenosante

– Mais comum na mão e punho do que em qualquer outro local do corpo
– Etiologia: desconhecida
– Tenossinovite que precede a estenose pode ser resultado de doença do colágeno subclínica ou traumatismo recorrente
– Estenose ocorre nos locais de mudança de direção do tendão
– Muitos respondem bem a injeção de corticoesteróide
– Antes da injeção: afastar gota e infecção (podem piorar com corticoesteróide)

Doença de De Quervain

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Dedo em gatilho

Polias nos dedos da mão
Polias nos dedos da mão

– 45 anos de idade
– Mulher > homem
– Desproporção do tendão flexor e bainha
– Tenossinovite estenosante que leva a inabilidade de estender o dedo
– Abaulamento pode ser palpado na área da polia A1 ou espessamento do tendão logo distal a ela
– Quando associada a doença do colágeno: geralmente mais de um dedo

Tratamento:

– Conservador nos casos não complicados: alongamento, órtese, contraste, corticoesteróides

– Cirúrgico:
– Incisão logo distal a prega palmar distal para os dedos e logo distal a MTC-F no polegar
– Corte da bainha flexora no local de constrição

Síndrome de intersecção do antebraço (SIA)

A síndrome da interseção do antebraço (SIA) é o processo inflamatório dos tendões do segundo compartimento extensor do antebraço (extensor radial curto do carpo e extensor radial longo do carpo), geralmente provocado por trauma local direto ou atividades que exigem a flexão e extensão repetidas do punho.

A síndrome ou doença de interseção distal pode ser definida como tenossinovite que ocorre no local anatômico específico onde o tendão do extensor do polegar longo cruza os tendões extensores radiais do carpo.

Também conhecida como peritendinite crepitante, síndrome do cruzamento, perimiosite subcutânea, bursite do abdutor longo do polegar, síndrome do abdutor longo do polegar, punho do esquiador e antebraço do remador, entre outras.

Os músculos extensor radial longo do carpo (ERLC) e extensor radial curto do carpo (ERCC) agem sinergicamente com os flexores dos dedos para a flexão do punho. O primeiro recobre o segundo e origina-se da crista supracondilar do úmero, mas, algumas fibras provêm do tendão extensor comum do antebraço. Termina em um tendão achatado, que segue profundamente aos músculos extensores profundos do antebraço, abdutor longo do polegar (ALP) e extensor curto do polegar (ECP). O ERCC origina-se do epicôndilo lateral do úmero por um tendão comum com o músculo extensor comum dos dedos e termina em um tendão achatado que acompanha o ERLC. Insere-se na superfície dorsal da base do segundo e terceiro metacarpos. Estes dois tendões atravessam o mesmo compartimento do retináculo dos extensores em uma única bainha sinovial e podem apresentar desdobramentos em dois ou três fascículos ou podem ainda se unir ou trocar fascículos musculares.

Clinicamente caracteriza-se por dor na face dorsal do antebraço e do punho e edema proximal ao tubérculo de Lister. A SIA, uma causa pouco diagnosticada de dor na face dorsal do punho, é um processo inflamatório não infeccioso da face dorsal do antebraço, cerca de 4 a 8 cm proximal ao processo de Lister.

Um exame físico bem realizado e uma história clínica adequada limitam as possibilidades a um número relativamente pequeno de diagnósticos diferenciais, sendo o principal a tenossinovite de De Quervain.

A ultrassonografia e a RM são métodos de imagem extensamente aplicados para a avaliação das lesões musculoesqueléticas. A ultrassonografia pode ser realizada para confirmar os achados de tenossinovite. A ressonância magnética é muito adequada para mostrar os achados da síndrome de interseção, especialmente com sequências sensíveis a líquidos.

O tratamento consiste em crioterapia, repouso com imobilização articular e anti-inflamatório.

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