Fraturas transição cervico-torácica

Generalidades

5% das fraturas da coluna
15% pctes com fraturas não contíguas da coluna vertebral
80% de lesões neurológicas -> lesão radicular, medular incompleta e completa
Grande potencial para instabilidade

Anatomia: pedículos com muita variação individual

Fratura dos mineradores de carvão

Sinal do processo espinhoso duplo

Fratura de Clay-Shoveler
– Fratura oblíqua do processo espinhoso de C6 até T3 -> avulsão pelo ligamento supra-espinhoso
– Pode ocorrer em um ou mais níveis; mais comum em C6 e C7

– RX: no perfil pode ter sinal do processo espinhoso duplo
Artéria Cervical distal: vertebral, tireocervical, costoclavicular

Tratamento

Objetivos: restabelecer anatomia e função
Órteses externas pouco eficientes
Redução fechada é difícil. Mas pode se fazer com uso de até 60% do peso do paciente
Padrão da lesão da medula acredita ser estabelecido no momento do trauma e não relacionada ao tratamento

Estáveis

Conservador

Instáveis

Cirurgia depende do tipo de lesão.
Abordagem:
– anterior: lesões instáveis do corpo ou disco intervertebral ou lesões associadas à presença de fragmento ósseo no interior do canal vertebral -> reconstrução da coluna anterior (discectomia+ corpectomia)+ restabelecimento da estabilidade dinâmica +/- descompressão nervosa.
Acesso é dificultado pela junção cervico-torácica -> esterno, clavícula, grandes vasos. Acessos: transtorácica alta, abordagem baixa anterior da coluna cervical e abertura do esterno.
Imobilização externa : não efetiva e com potencial de instabilidade que essas lesões têm -> ideal -> ABORDAGEM COMBINADA
– posterior: lesões tipo B. Não fazer se lesão cm perda da capacidade de suportar forças de compressão. Usava-se placas, com o parafuso na massa lateral, mas alto índice d e soltura ou afrouxamento

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Última atualização porMarcioR4

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