Fratura de Bennet

Mecanismo de trauma

– Hiperabdução do polegar

<a href='https://traumatologiaeortopedia.com.br/conhecimentos/fratura-de-bennet/'>Fratura de Bennet" class="wp-image-12589" srcset="https://traumatologiaeortopedia.com.br/wp-content/uploads/2019/11/bennet.jpg 561w, https://traumatologiaeortopedia.com.br/wp-content/uploads/2019/11/bennet-267x300.jpg 267w" sizes="(max-width: 561px) 100vw, 561px" />

Anatomia

– Nervo cutâneo lateral do antebraço e radial superficial atravessam a base do polegar radialmente, a artéria radial passa inferior ao ALP e ECP
– Ligamento palmar oblíquo segura o fragmento.

Quadro clínico

– Deformidade gerada: ALP- migração proximal / AP-supinação e adução ou flexão

Desvio na fratura de Bennet
Desvios na fratura de Bennet: Abdutor Longo do Polegar – migração proximal / Adutor do Polegar – supinação e adução ou flexão

Classificação de Green

I – Fratura de Bennett;
II – Fratura de Rolando;
IIIa – Transversa da base;
IIIb – Oblíqua da base;
IV – Fratura epifisária.

Tratamento

– Extra (até 20º) ou intra-articular s/ desvio -> gesso por 4 semanas;
– Bennett, extra-articular, instáveis e algumas de Rolando –> Fixação percutânea;
– Rolando não cominuida e Bennett irredutível -> RAFI;
– Rolando cominuta: Técnica de ligamentotaxia (Fixador ou FK transmeta)
– – Pós-op -> gesso por 4 semanas, órtese removível por 2 semanas + movimentação ativa, após as 6 semanas AVDs
* p/ reduzir a fratura, fulcro na base do 1º meta com pronação e abdução.

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Última atualização porMarcioR4

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