Classificação de Milch

Classificação de Milch

Classificação para fraturas do côndilo lateral e medial de crianças Côndilo lateral: Tipo I: A linha de fratura cursa lateralmente à tróclea e pelo sulco capítulotroclear. Trata-se de uma fratura Salter-Harris tipo 4, com o cotovelo estável pois a tróclea está intacta. Tipo II: A linha de fratura estende-se até o ápice da tróclea. Trata-se […]

Classificação anatômica das luxações do joelho (Schenck/Washer)

Classificação anatômica das luxações do joelho (Schenck/Washer)

KDI: Ruptura isolada de um ligamento cruzado (LCA ou LCP) e/ou colaterais. KDII: LCA/LCP rompidos, ligamentos colaterais intactos (clinicamente raros). KDIIIM: LCA/LCP/LCM rompidos. LCL e canto póstero-lateral (CPL) intactos. KDIIIL: LCA/LCP/LCL-CPL rompidos, LCM intacto. KDIV: LCA/LCP/LCM/LCL-CPL rompidos. KDV: Associada a fratura periarticular. Legenda: KD: knee dislocation LCA: ligamento cruzado anterior LCP: ligamento cruzado posterior LCM: ligamento colateral medial LCL: ligamento colateral medial CPL: compartimento (canto) póstero-lateral

Classificação de Johnson e Strom

Classificação de Johnson e Strom

A classificação de Johnson modificada por Myerson é utilizada para avaliar a insuficiência do tendão tibial posterior, levando ao pé plano adquirido: Estágio I: Edema, dor e inflamação no trajeto do tendão. Não há deformidade nem déficit funcional do pé. Estágio II: Perda de função, com deformidade flexível do retropé incapacidade de se manter na ponta do pé perda […]

Classificação de Meyers e McKeever

Classificação de Meyers e McKeever

Fraturas da espinha tibial (eminência intercondilar) Tipo I: fratura avulsão, sem desvio Tipo II: elevação angular da porção anterior, em dobradiça, com a borda posterior íntegra Tipo III: deslocamento completo, com ou sem rotação Tipo IV: fratura cominutiva Na literatura americana, esta classificação pode ser encontrada apenas com 3 tipos, com o tipo 3 se dividindo em A e […]

Classificação de Rockwood

Classificação de Rockwood

Classificação utilizada para luxação acromioclavicular Tipo Características Radiografia Quadro clínico Tipo I distensão dos lig acromioclaviculares35% dos casos sem alterações dor sem deformidade Tipo II ruptura dos lig acromioclavicularesdistensão dos coracoclaviculares22% dos casos aumento do espaço acromioclavicular < 25% dor moderadainstabilidade anteroposterior Tipo III ruptura dos lig acromioclaviculares e coracoclavicularesdesinserção dos músculos na clavícula39% dos […]

Classificação de Brodsky

Classificação de Brodsky

Classificação usada para lesões no pé diabético Grau I: Pele intacta, mas representa uma lesão pré-ulcerativa, com eritema, formação de calosidade e possível hemorraria intradérmica sobre proeminências ósseas. Grau II: Úlcera de pele de espessura total, sem acometer o subcutâneo Grau III: Úlcera que se estende até tendão ou capsula articular, sem exposição óssea ou articular Grau IV: Úlcera […]

Classificação de Danis-Weber

Danis em 1949 e posteriormente Weber em 1972 classificaram as fraturas de tornozelo pela radiografia, relacionando a fratura da fíbula com a sindesmose. Tipo A – fratura da fíbula abaixo da sindesmose – corresponde à fratura em supinação-adução de Lauge-HansenTipo B – fratura fibular no nível da sindesmose – corresponde à fratura em supinação-rotação externa […]

Classificação de Zuckerman

Classificação de Zuckerman

Segundo a classificação de Zuckerman, a capsulite adesiva é dividida em primária ou idiopática, quando não há um fator precursor da doença, e secundária em que há um fator causador conhecido, podendo ser dividida em intrínsecas, extrínsecas e sistêmicas Intrínsecas: traumas, lesões do manguito rotador, lesão do cabo longo do bíceps, tendinite calcárea, degeneração da articulação […]

Zonas de Verdan

Zonas de Verdan

Em 1983 Kleinert e Verdan propuseram um sistema de classificação em zonas para as lesões de tendão no nível do punho e da mão. Zonas de lesão dos tendões flexores: Distal a inserção do flexor superficial, que vai da metade da ponta dos dedos até a metade da falange média. Ferimentos nessa zona causam lesão […]

Classificação de Lauge-Hansen

Classificação de Lauge-Hansen

Lauge-Hansen em  1950 descreveu experimentos em cadaveres, produzindo certos tipos de fraturas conforme a força aplicada. Cada padrão foi definido por 2 fatores: a posição do pé no momento do trauma (pronação ou supinação) a força aplicada no tornozelo (adução, rotação externa ou abdução) Cada padrão foi dividido em estágios, descrevendo a sequência de lesões […]

Classificação de Winquist-Hansen

Classificação de Winquist-Hansen

Classificação usada para fraturas da diáfise femoral, que tem como parâmetro o grau de cominuição da fratura. Tipo I: fratura com traço simples ou mínima cominuiçãoTipo II: cominuição circunferencial com contato entre os fragmentos > 50%Tipo III: cominuição cicunferencial com contato entre os fragmentos < 50%, levando a rotações e encurtamentoTipo IV: cominuição circunferencial da diáfise, sem contato entre […]

Classificação de Neer

Classificação de Neer

Classificação de Neer para fraturas do úmero proximal de adultos. O úmero proximal é dividido em 4 partes, cabeça, diáfise, tubérculo maior e tubérculo menor. É considerado desvio quando o segmento desloca-se mais de 1 cm (0,5 cm para o tubérculo maior) ou angulação maior do que 45º. UMA PARTE: fraturas com pouco ou nenhum desvio, […]

Classificação de Eichenholtz

Classificação de Eichenholtz

Classificação usada para determinar os estágios da artropatia de Charcot Classificação de Eichenholtz Estágio Características clínicas 0 Apresentação inicial Pré-fragmentação Fase inflamatória aguda:pé edemaciado;eritematoso;quente = hiperêmico. I Charcot agudo Fragmentação oudesenvolvimento Fratura periarticular, subluxação articular,risco de instabilidade e deformidade. II Charcot subagudo Coalescência Reabsorção dos debris ósseos, homeostasedas partes moles. III Charcot crônico Consolidação ou […]