Lombalgia – apresentações

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    MarcioR4
    Mestre

    Arquivos de aulas em ppt:

    Dicas para coluna

    Claudicação neurogenica intermitente: principal síndrome da estenose do canal medular. Pode também ocorrer ereção no inicio da marcha e impotência.

    C3-C4: fratura dos processos espinhosos (fx do cavador de barro de Clay: CVI, VII, TI), C7 e a mais comum.

    TRAT FX COLUNA CERVICAL
    Tipo 2 do dente do axix piora com tração, fazer RAFI
    C1 e C2: se estável: colar ou halo; se instável: halo por 3m e/ou fusão
    De CIII-CVII: estável: colar ou halo; instável: fusão
    Processos espinhosos: fusão

    CHOQUE NEUROGENICO
    Lesão cervical ou torácica alta, lesão das fibras nervosas para o coração, não tem taquicardia; se houver fx lux toracolombar, com transseccao medular (sem reflexos distais ao nível da lesão), pode lesar inerv simpática distal e não ter vasodilat? Distal.

    Em indivíduos que não deambula, como PC, nunca foi descrito ocorrência de espondilololise e espondilolistese. Shewereman da pois ocorre uma hiperlordose lombar.

    Após trauma futebol, fica com queimação e paralisia de mmss, que dura 36 horas.

    LESAO DOS NEURONIOS MOTORES
    INF
    Fraqueza e hiporrefles

    SUP
    Hiperreflex e reflexos patológicos

    REFLEXOS
    Plantar (sinal de babinsiki): patologico, indica compr n mot sup.
    Clonus: dorsoflexao do tornozelo súbita, provoca mobilidade involuntaria rítmica alternando flex plantar e dorsoflex. Ate 2 cadencias de clonus pode ser normal, como compressão da melula espinhal proximal.
    Estenose cervical: alt n mot inf ao nível e sup distal a isso.
    Mm abdominais: compr medula espinhal torácica: cutâneo-abdominal. Toque suave no abdome, radialmente, com inicio no umbigo para 3,4,10horas. Isso provoca comtracao involuntária da musc abdominal, movimenta umbido em direção ao lado estimulado. Se resposta anormal indica compr medular toracida do lado do reflexo diminuido

    Maior causa de recorrência de herias discais são por fibrose

    Recidiva de dor coluna
    Dias –semanas, intenso: discite
    Progressivo em meses: aracnoidite
    Recidiva tardia de ciática: recidiva da hérnia ou firose
    Não melhorou nada: iatro

    CRITERIO DE WHITE E PANJABI

    DEZ CRITERIOS
    MAIOR QUE CINCO = INSTAVEL

    2 = extr anteriores lesadas
    2 = extr posteriores
    2 = translação sagital maior que 3,5mm
    2 = rotação sagital maior que 11o (angulação)
    2 = teste do alongamento sob tração (aumenta dist entre vertebras mais que 1,7mm, ou aumentar 7 a 11 graus)
    2 = lesão medular

    1 = lesão radicular
    1 = espaço discal anormal
    1 = estenose congênita
    1 = riscos na utilização diaria

    se tiver mais de 5 pontos e instável

    CAO SCHNAUZER
    Focinho = proc transv
    Olho = pedículo
    Orelha = proc articular superior
    Tronco = lamina e processo espinhoso
    Pescoço = istimo (entre lamina e proc transverso
    Perna dianteira = proc art inf
    Perna traseira = proc art inf oposto

    MANOBRAS PARA SD DO DESFILADEIRO
    TESTE DE ADSON – paciente sentado ou em pe, ombro abduzido 30o e estendido ao Maximo, examinador palpa puuso e paciente vira cabeca emdirecao ao ombro slesado, melhor se paciente inspirar reter respiracao.
    MANOBRA DE WRIGHT – abduz ombro e flete cotovelo 90
    TESTE DE ROOS – abduz ombro 90 , flete cotovelo 90 e abre e fecha mão 15x. paciente fala se sente sensação diferente. Se insensibilidade, cãibra ou fraqueza ou não conseguir terminar e positivo.
    TESTE DE HALSTED – so flexiona cotovelo 90o e pede para paciente virar cabeça para lado oposto e estenda o pescoço, com examinador tracionando braço para baixo. Positivo vai parar o pulso, ou audição de ruído.
    TESTE DE HIPERABDUCAO – por trás, os dois braços.

    FRATURA DO ENFORCADO
    arco vertebral do axis
    entre faces articulares superior e inferior
    se istimo classificação de Levine

    ATAXIA: PERDA DA COORDENACAO.

    COLETE DE TLSO (BOSTON)
    Pode ser usado para escolioses com ápice ate T9 superiormente EPM. Alguns lugares propõe o uso para T7 E T8

    Índice de TORG para estenose CERVICAL: diâmetro do canal/diâmetro vértebra, medida no rx de perfil. CANAL/CORPO. Estenose quando menor que 8.
    Não quer dizer que terá sintomas neurológicos ou maior chance de lesão medular definitiva.
    Não e bom para ser usado como rastreamento, so e feito em quem teve neuropraxia transitória, que pode durar ate 35 horas. Pacientes com lesão permanente geralmente tiveram neuropraxia transitória na historia. Se torg<0,8 mas coluna estável, isso não deve impedir pratica de esportes de contato.
    Bom para:
    Esportes de risco
    Estenose congênita e degererativa.

    Na prevenção de TVP em cirurgias de coluna, o melhor são os métodos mecânicos, pois há maior risco de sangramento em métodos anticoagulantes e antibromboticos.

    Espondilolistese em ginasta juvenil, grau 1 sem alt neuro, com dor: exercícios e colete e o melhor tratamento.
    Cirurgia de GILL: retira parte posterior do arco, posterior a lise, o que melhora a dor, porem instabiliza ainda mais, logo não deve ser feito.

    Chance: estável, sem lesão neurológica, porem esta pode ocorrer se houver deslocamento. Causada por lesão em distração da coluna posterior e media.

    CLASS DA AO
    A=COMPRESSAO
    B=DISTRACAO
    C=TORQUE AXIAL

    Lesões por cizalhamento translacional, geralmente ocorre falha das três colunas
    Lesão por esmagamento, por definição e instável e pega coluna anterior e media.

    Espondilolsitese congênita: problema geralmente na faceta post de S1.
    Lesões traumáticas que não no pars podem causar espondilolisteses istimicas.

    Abordagem anterior da coluna tem que ter ligamentos posteriores íntegros. Se acha que não da para fazer isso, faz abordagem posterior para estabilização. A ligamentotaxia não deve ser feita após 10 dias do trauma, pois já existe calo ósseo no local.

    Capacidade volume circular da espinha diminui em ext.

    Na estenose do canal vertebral, o sintoma mais freqüente e fraqueza ext halux, e o déficit de sensibilidade superficial e pouco comum.

    ESTENOSE CANAL MEDULAR LOMBAR
    Associada a inst coluna
    Alt marcha
    Dim sensib e forca
    Raízes sacrais estão mais protegidas pois saem maiscentralmente, mas se positivo paciente so consegue urinar sentado. Causa mais comum e degenerativa.
    Melhora a dor com flexão do tronco. Ex neuro pode ser normal, mais em idoso, dor progressiva. Claudicacso neurológica. Alivia sentando ou deitando. Compromete L3-L4 e L4-L5. com progr, não melhora com repouso e pode ocorrer deficiência de esfíncter.

    Imob paciente com fx coluna cervical em potencial no hospital:

    Colar filadélfia imobiliza cerca de 30%. Se dentro da água, primeiro deixa boiando, depois coloca prancha dentro da água. Crianças tem que ter suporte torácico (cabeça grande).

    Osteoblastoma na coluna ocorre tipicamente nos pedículos, 50% tem neurológico, 2/3 tem dor. RT não e efetiva.

    Na espondilolistese L5-S1, o déficit neurológico de L5 pode ocorrer, principalmente nos últimos 50% da redução. O potencial reportado de melhora e discutível

    Ângulo de deslizamento da espondilolistese: perpendicular a borda posterior do sacro e outra linha paralela a placa inferior de L5.

    Não existe associação de hérnias discais e não e associada com uso recreativo de equipamentos de levantamento de peso.

    Na fixação C1-C2, tec do parafuso transarticular com cerclagem de magrel e o melhor tipo. So cerclagem não e bom.

    Descompressão na estenose do canal lombar so e indicada em casos de dor se houver dor e irradiação importante no mi, não para lombalgias.

    Fx Jefferson: tração inicial e depois halo por 3 meses. Não tem déficit neuro, separação do arco anterior maior que 7mm, distancia lateralmente a c2 ate a parte lateral de c1(método de Spencer = soma). Ate 50% pacientes com essa fratura tem outras fraturas.

    Área de Anexos:
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