Distensão muscular é muito comum

A distensão muscular acontece quando um músculo se estica muito, causando a ruptura de fibras musculares, causando sintomas como dor e hematoma no local lesionado. Mas por que distensões musculares são tão comuns? Elas ocorrem porque as pessoas, em sua maioria, são sedentárias e ações como levantar muito peso, ou praticar esportes de modo aleatório, por exemplo, possam causar uma distensão. O outro lado são atletas que, por se exercitarem muito, podem acabar “passando do ponto”, rompendo assim algumas fibras musculares.

A distensão pode ser classificada em graus:

Grau 1: há processo inflamatório por esforço em “estiramento” do músculo, porém sem rupturas de estruturas.

Grau 2:  há pequena laceração de fibras musculares sem perda de continuidade do tecido.

Grau 3: há ruptura total ou parcial da estrutura muscular

O chamado grau quatro, com ruptura total e diastase (afastamento das bordas musculares) gerando uma depressão no local, não deve ser classificada como distensão, já que se trata de ruptura propriamente dita.

 Além dos sintomas já citados, o paciente pode sentir fraqueza muscular, dificuldade de movimentar a área lesionada, inchaço e calor. 

O tratamento é feito de acordo com o grau da lesão, podendo ser desde repouso, uso de medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, compressas frias e sessões de fisioterapia até mesmo tratamento cirúrgico em alguns casos ou nos casos de ruptura. É possível evitar muitas das distensões musculares: para isso é preciso manter os músculos do corpo fortalecidos e alongados.

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Esportiva-Brasília
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Dr. Márcio R. B. Silveira, criou a Clínica Salus Ortopedia e Fisioterapia em Brasília-DF, para atuar principalmente no tratamento de lesões de cartilagem, buscando sua reparação e transplante; lesões de menisco com sutura em crianças e reparo; rupturas ligamentares articulares e sua reconstrução biológica e prevenção; tratamento da artrose, com medidas medicamentosas e artroplastias; tendinites e rompimento de tendões provocadas tanto por atividades esportivas, como por alterações degenerativas; fraturas em idosos que apresentam ossos mais frágeis; e enfoque na reabilitação muscular e postural, através de protocolo exclusivo baseado na análise cinemática da marcha.