Prova Oral

Prova de Atitudes

Noções: pé Tálus Vertical

Generalidades:
Raro, sem predileção por sexo, 50% bilateral, e metade está associado a outras mal-formações
– Deformidade grave, progressiva, rígida, irrredutível, dolorosa, não funcional
– Convexidade plantar rídiga (mata-borrão); Retropé equinovalgo; Dorsiflexão-abdução antepé; Contratura fibulares – extensores; Encurtamento da coluna lateral; Alongamento da coluna medial; Luxação talo-navicular; Deformidade talus-calcaneo; Subluxação calcaneocuboídea (Casos mais graves); Alterações ligamentares – músculos – tendões

RX: Tálus vertical; Equinismo calcâneo; Aumento do ângulo Talo-calcaneo; Abduçào do antepé; Subluxação dorsal cubóide; Luxação talonavicular; Tálus “Ampulheta”

TRATAMENTO:

Conservador (Ineficaz?): Manipulação + Gesso Seriado (PONSETI invertido); Facilita o tratamento cirúrgico; 3-8 meses

Cirúrgico: Mais precoce possível; Após trocas gessadas; Idade determina a escolha da técnica

Técnicas: Liberação peri-talar; Astragalectomia (evitar); Naviculectomia; Trasferência tibial anterior; Artrodese tríplice
– < 2-3 anos: Liberação peri-talar
– > 2-3 anos: Liberação peritalar + Encurtamento coluna medial (naviculectomia) + Alongamento da coluna lateral + Hemitrasf. Tibial ant.
– Adolescentes/Adultos: Artrodese tríplice

Complicações: Recidiva (+ comum, 40%); Necrose asséptica (autolimitada); Hipercorreção (10%)

Traumatologia e Ortopedia

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