Prova Oral

Prova de Atitudes

Noções: Fraturas do colo do fêmur

Epidemiologia

Incidência das fraturas do quadril: M brancan > H branco > M negra > H negro; sendo que a incidência de fratura transtrocanteriana aumenta com a idade em mulher branca e negra, mas no homem a taxa de fratura transtrocanteriana é estavél em todas as idades, independente da raça
Média de idade nas fraturas do colo é 3 anos mais novo que a das fraturas transtrocantéricas;
– 8º década para as duas

Fatores predisponentes

Fratura do fêmur proximal esta relacionado a osteoporose e outros fatores
Osteomalácia não é fator predisponente

Osteoporose na fratura do colo: importante na etiologia da fratura; gera maior cominuição posterior do colo ; piora qualidade de fixação dos implantes, sendo, portanto, a qualidade óssea o elemento crítico para estabilidade da fixação nas fraturas do colo

Mecanismo de trauma

Idosos = baixa energia (trauma direto sobre grande trocanter ou RE ou microtrauma repetitivos)
Jovens = fratura por estresse ou trauma de alta energia

Radiografia: AP bacia, AP com RI do membro acometido, “cross-table” lateral view. Para fazer o diagnóstico, avaliar:
– Tipo da fratura, desvio, grau de cominuição posterior, grau osteoporose é essencial para determinar seu tratamento

Classificação: Garden e AO

Métodos de redução

Em extensão =
– DEYERLE: TRAÇÃO + RE -> RI E LIBERA TRAÇÃO
– SWIONTKOWSKI: ABD + RE -> TRAÇÃO ATÉ CORRIGIR O VARO -> RI + ADUÇÃO;
Em flexão=
– LEADBETTER: TRAÇÃO + F + RI -> ABD + EX;
– FLYN:TRAÇÃO + F + TRAÇÃO LAT -> RI + ABD + EX

Tratamento

– Garden I e II (jovem e idoso) = síntese (preferência parafuso canulado ou DHS)
– Garden III e IV = < 65 anos, bom estoque ósseo e pouca cominuição posterior -> síntese. Se não -> fazer artroplastia

Complicações

– Pseudoartrose em 20-30% dos garden III e IV;
– Osteonecrose: Garden I/II = 11%, Garden III/IV = 66%; Em 80% ocorre colapso da cabeça femoral em em 2 anos. Há casos descritos após 17 anos; – TVP

Traumatologia e Ortopedia

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