Prova Oral

Prova de Atitudes

Noções: Deficiência Tibial

Classificação de Kalamchi e Dawe (modificada por Jones):
– Tipo I-> IA ausência completa da tíbia, IB ausência de ossificação ao nascimento, porém com coto proximal ossificando com o crescimento;
– Tipo II-> ausência da tibia distal, proximalmente articula com o fêmur;
– Tipo III-> remanescente distal, ausencia proximal;
– Tipo IV-> diastase tibio-fibular distal.
O ponto mais importante na decisão terapêutica é a presença de extensão ativa do joelho.

QUADRO CLÍNICO: Tibia encurtada, pé equinovaro rígico em supinação e apontando para o períneo. Polidactilia pré-axial (mais característico) ou deficiencia de raios pré-axiais (mais raro). Fíbula longa.

Anormalidades asssociadas: musculo-esqueléticas, outros sistemas e orgãos

TRATAMENTO:
Tipo IA: Desarticulação do joelho
Tipo IB: depensde da extensão ativa ou não no joelho.
Tipo II: extensão ativa do joelho presente -> Sinostose tibio-fibular (ressecar aparte proximal da fíbula, para evitar o drescimento e protusão no joelho) + amputação de Syme
Tipo III: Muito rara, sem consenso de tto. Depende se há remenescente ou não proximal, se houver mecanismo extensor ou não.
Tipo IV: não é possível reconstruir o tornozelo -> amputação
O pé pode ser preservado se a deformidade situa na extremidade menos grave do espectro ou se existe deficiência contra-lateral significativa. Na maioria dos outros casos a amputação Syme parece ser razoável.

Traumatologia e Ortopedia

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