Prova Oral

Prova de Atitudes

Noções: Deficiência Fibular

ETIOLOGIA: Congênita; 2ª coalizões tarsais

QUADRO CLÍNICO: Pé valgo, encurtamento da perna, arqueamento anterior variável da tÍbia, com uma depressão sobre o ápice, e valgo variável do joelho (hipoplasia do côndilo lateral). Pode ter ausência de um ou vários raios do pé (pós-axiais). Instabilidade AP do joelho, patela pequena. Tornozelo tipo Bola e Soquete. A maioria apresenta coalizões tarsais (retropé com rigidez, variável)

CLASSIFICAÇÃO de Achterman e Kalamchi:
Tipo I (70% associado com DFFC),
– IA fíbula hipoplásica,
– IB fibula presente mas muito displasica;
Tipo II (50% associado com DFFC) ausência de fíbula.

HISTÓRIA NATURAL: Progressiva, piora com o crescimento.

TRATAMENTO:
– Amputação (Syme e Boyd – preferência): Presença de mmii funcionais; Pés não funcionais; Discrepância final > 30% do contralateral; 10-30% controverso
– – Crianças com MMSS não funcionais, poderão usar os pés para atividades do cotidiano, logo a amputação devem ser bem pensada nesses casos
– Alongamento: Pé funcionais; <10% encurtamento final

Bilateral: Depende da funcionalidade dos pés e se há ou não discrepância de comprimento entre os mmii. Se a discrepância entre dois membros não poder ser corrigida com uma prótese, está indicada o alongamento do mais curto.

Correção do Arqueamento Tibial: Casos mais graves, fíbula ausente.
– Corrigido na época da amputação de Syme, osteotomias + fixação intramedular (pino ou haste)

Correção do Joelho Valgo: Casos leves podem ser compensados na órtese. Casos graves devem ser corrigidos para uma melhor adaptação da órtese.

Reconstrução do tornozelo: Caso que o membro pode ser salvado(alongado). Casos levee, Tipi IA com tornozelo em soquete podem evoluir com tornozelo valgo, para eles esta indicado osteotomia tipo Wiltse. Nos casos de intabilidade e valgo graves deve-se fazer a artrodese do tornozelo.
Proteses: Tipo soquete, devem permitir o crescimento do membro da criança, estabilizar o tornozelo e joelho. O peso deve insidir sobre a extremidade distal, t. patelar e côndilos femorais.

Traumatologia e Ortopedia

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