Prova Oral

Prova de Atitudes

Noções: coalizão tarsal

Causa mais freqüente associada ao pé plano fibular espástico

Causa = falha do mesenquima primitivo em segmentar-se

Etiologia = congênita, herança autossômica dominante, familiar

Clínica = torções, perda da flexibilidade, dor anterior e lateral do tornozelo, dor no inicio das atividades

Epidemiologia = 50% bilateral, 90% correspondem a talo calcânea ou calcâneo navicular, sem predileção por sexo, podem atingir a idade adulta sem sintomas

3 tipos = óssea, fibrosa e cartilaginosa (fibrosa e cartilaginosa produzem mais sintomas)

Difícil diagnóstico das coalizões fibrosas e cartilaginosas
Cintilografia = maior captação
RM = coalizões fibrosas e cartilaginosas
TC = mostra barra óssea, confirma o diagnóstico

Radiografias
sinal da letra C (Lateur), é específico para pé plano, mas não é diagnóstico de coalizão
Sinal indireto de Cowell= bico do tálus, inclinação subtalar, alongamento do processo anterior do calcâneo

Coalizão calcâneo-navicular = Ossifica com 8 a 12 anos, déficit de mobilidade menor, pedir radiografia oblíqua com 45º, lembrar da pseudocoalizão

Coalizão talocalcânea = Ossifica entre 12 e 16 anos, adolescentes mais velhos ou adultos, local mais comum é na faceta medial do calcâneo, principal sintoma é a perda de movimento da subtalar

Tratamento conservador = redução da atividade e imobilização gessada

Tratamento cirúrgico = ressecção simples, ressecção com interposição, ressecção com artrorise, artrodese isolada ou artrodese tríplice (ST, TN e CC)

Para ressecção, o acometimento da superfície articular deve ser menor que 50%

Diagnóstico diferencial = doença reumática, insuficiência do tibial posterior, osteoma osteoide

Traumatologia e Ortopedia

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